A emergência sanitária da Covid atingiu praticamente o mundo todo e o arrastou para um turbilhão dramático quando o lockdown obrigou todos a mudar hábitos de vida. Muitas empresas tiveram que se adaptar imediatamente à modalidade de trabalho ágil em smart working, adotando o procedimento simplificado para os próprios funcionários.
O que realmente mudou depois de tudo o que aconteceu, especificamente em relação a essa modalidade de trabalho ágil à distância? Na verdade, o que ocorreu nas empresas nos meses da primavera não é um verdadeiro modelo de smart working. Trata-se mais de uma forma de trabalho ágil domiciliar realizado em emergência, mais flexível do que o chamado Teletrabalho já conhecido no ordenamento italiano. O fato é que, queira ou não, a pandemia certamente derrubou diversas barreiras rígidas quanto à oportunidade de adotar também na vida normal do dia a dia o smart working como modalidade de trabalho, tanto do lado das empresas quanto do lado dos funcionários.
Cada vez mais empresas, justamente para enfrentar esse período de emergência, tiveram que recorrer a um consultor de tecnologia smart, antes de mais nada para se adaptar a tudo o que essa modalidade de trabalho implica. Por exemplo, as mudanças necessárias para se adequar às regras estabelecidas pelo gdpr para todo o aspecto ligado à proteção de dados e à tutela de dados sensíveis, ou ainda às normativas a seguir em matéria de smart insurance e cyber security. São apenas alguns exemplos que mostram claramente como é necessário poder contar com a consultoria de uma empresa que atue há muito tempo nesses aspectos.
Working Policy, Trabalho Ágil Smart Working e as diferenças com o Teletrabalho
Analisando as estatísticas, a evidência é clara. Apesar de a Lei que instituiu o smart working ser a n.81 de 2017, antes da disseminação da Covid-19 apenas 7% dos trabalhadores costumava aproveitar de maneira contínua ou até mesmo ocasional o trabalho remoto, em especial na modalidade de trabalho ágil.
A tendência se inverteu significativamente depois do lockdown. Ainda que não estejamos mais em plena emergência, as empresas continuam a seguir protocolos rígidos no âmbito empresarial que resultam em uma menor presença da força de trabalho e dos funcionários dentro dos escritórios e espaços corporativos.
As últimas estimativas falam de uma presença nos escritórios equivalente a 40%, segundo dados da Eurofund. Estatísticas que efetivamente evidenciam a importante mudança que está se consolidando, impulsionada e motivada por duas razões básicas:
antes de mais nada, claramente, a necessidade de proteção;
mas, ao mesmo tempo, também uma vontade de reorganizar diversas atividades com a gestão do trabalho à distância, aproveitando soluções de gestão do trabalho mais flexíveis e eficazes, também tendo em vista uma retomada econômica e os novos mercados on-line abertos pela Covid.
Os profissionais das Policies para o smart working
Para a empresa, a gestão do trabalho remoto implica uma série de providências muito delicadas:
Como o escritório de advocacia internacional Damiani&Damiani assiste há mais de 40 anos as empresas em todas as necessidades de ordem jurídica e econômica, era imprescindível elaborar uma força-tarefa capaz de garantir o melhor serviço de consultoria em smart working. As diretrizes para a adoção do Smart Working foram elaboradas pelo escritório de advocacia Damiani&Damiani e pelo escritório Balzi, com competências específicas e capazes de orientar a empresa na organização do trabalho de seus funcionários sem mais amarras de horários e espaços.
Um processo importante que deve ser enfrentado em nível empresarial, recorrendo a consultores de smart working específicos, sobretudo porque há de se superar um verdadeiro desafio em nível cultural. O esforço, porém, também servirá para readaptar e projetar novamente os espaços de trabalho, assim como para transformar em modalidade digital, com total segurança da informação, muitos processos decisórios ou atividades importantes que antes eram realizados rigorosamente pessoalmente, ou seja, presencialmente.
Diferenças entre Smart Working e Teletrabalho e working policy
As hipóteses que compreendem a denominação de smart working ou trabalho ágil se distinguem claramente do teletrabalho. O teletrabalho é uma modalidade de trabalho rígida. Praticamente se realiza o mesmo trabalho e pelas mesmas horas em casa em vez de na sede.
O smart working, por sua vez, define uma maior flexibilidade na escolha dos dias em que se aproveita essa modalidade de trabalho, assim como do local em que se realiza a atividade de trabalho, que nem sempre coincide com o próprio ambiente doméstico e tampouco, como é óbvio, com o tradicional local de trabalho. Todas essas condições podem ser negociadas nos acordos individuais entre funcionário e empregador.
É cada vez maior, portanto, o interesse de empresas que desejam implementar e experimentar essa nova modalidade de trabalho, mas nem todas estão prontas para uma mudança dessas. Justamente por essa razão é fundamental elaborar e adotar uma política empresarial específica, rebatizada de working policy do trabalho ágil. Trata-se de uma série de regras estabelecidas de forma prioritária, que vêm moldar o trabalho ágil. Ao mesmo tempo, emerge de maneira cada vez mais premente a necessidade de recorrer a profissionais que ofereçam um serviço completo e eficaz de consultoria em smart working, capazes de oferecer sempre a melhor solução para cada problema no âmbito digital para a atividade empresarial cotidiana.
O verdadeiro modelo de trabalho smart working
O modelo organizacional de flexibilidade sobre o qual se baseia o smart working deve ter uma estreita ligação com o trabalho por objetivos e está vinculado a um grande número de aspectos fundamentais, cada um com seu impacto sobre a realidade empresarial. A organização é fundamental tanto do ponto de vista da colaboração e da confiança quanto no que diz respeito ao self-management e à valorização das ciências comportamentais, mas também do ponto de vista do horário de trabalho.
Todos esses aspectos são fundamentais de compreender, já que servem para gerenciar de maneira impecável alguns riscos potenciais dessa modalidade de trabalho, como o risco de isolamento, ou a gestão ideal da relação entre colegas e responsáveis, bem como a avaliação do desempenho remoto do trabalho à distância e o aspecto da cyber security.
Consequentemente, fica claro que as empresas devem necessariamente apostar em investimentos também na capacitação de seus trabalhadores, organizando cursos e trilhas específicas tanto para os responsáveis quanto para o grupo de colaboradores.
Os efeitos benéficos da adoção do smart working como solução de longo prazo, e não mais improvisada para enfrentar a emergência, são muitíssimos e têm impacto também em nível ambiental.
As economias para a empresa não são desprezíveis, desde o menor impacto econômico na gestão das sedes, até a possibilidade de adotar contratos flexíveis, chegando às economias em termos de suprimentos. Mas entre esses também não é desprezível o menor impacto sobre o meio ambiente devido às grandes massas de pessoas obrigadas diariamente a se deslocar de um ponto a outro da cidade para ir ao trabalho. Os deslocamentos não precisarão mais ser feitos necessariamente com meios de transporte tradicionais nas mais importantes áreas urbanas, estimulando uma redução da taxa de poluição atmosférica sobretudo nos horários de pico. É uma mudança importante que, como já ressaltado diversas vezes, deve ocorrer de modo especial em nível cultural, pois se trata de uma revolução a ser abraçada por completo e não apenas pela metade.
Entre em Contato com o Escritório de Advocacia Damiani&Damiani. Fornecemos toda a assistência necessária para lhe dar o modelo de smart working perfeito para a sua Empresa













